31/07/2010

RECEITA DE ALEGRIA



Algumas receitas de alegria para qualquer ocasião:
1 - Apoiar os empreendimentos de auxílio à Humanidade, em particular àqueles que ainda não se encontram acessíveis ao entendimento geral.
2 - Garantir o trabalho das instituições de benemerência.
3 - Diminuir as necessidades materiais dos companheiros em provação ou penúria.
4 - Resolver o problema pecuniário de algum pai de família ou de mães sofredoras largadas em abandono.
5 - Resgatar os compromissos imediatos de algum doente em situação de infortúnio.
6 - Visitar os obsidiados e socorrê-los, principalmente os mais esquecidos.
7 - Oferecer um lanche fraterno ou alguns momentos de felicidade aos irmãos internados em casas de reeducação ou recolhidos a organizações assistenciais.
8 - Atenuar as privações das crianças desprotegidas, quando não pudermos suprimir de todo semelhantes dificuldades.
9 - Distribuir páginas edificantes, favorecendo a esperança e o consolo, o esclarecimento e a compreensão entre as criaturas.
10 - Tanto quanto se nos faça possível, efetuarmos demonstrações de tolerância e humildade, perante aqueles com quem ainda não nos harmonizamos, no caminho da vida, notadamente aqueles que nos sejam menos simpáticos ou que se nos erigem na estrada em motivos de preocupação.

MODO DE USAR: Refletir nas bênçãos que recebemos, incessantemente, do Amor Ilimitado do Cristo; assumir a iniciativa do Bem; agir em silêncio, e atender às prestações de serviço, com tanta discrição e naturalidade, que os beneficiários não estejam constrangidos a nos testemunhar o menor agradecimento.
(Do livro "Sentinelas da Luz", Albino Teixeira, Francisco C. Xavier

SINAIS DE ALARME




Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável
na obsessão:

quando entramos na faixa da impaciência;

quando acreditamos que a nossa dor é a maior;

quando passamos a ver ingratidão nos amigos;

quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;

quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;

quando reclamamos apreço e reconhecimento;

quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;

quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve
serviço;

quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do
entorpecente;

quando julgamos que o dever é apenas dos outros.

Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a
Lei Divina está presente, recomendando- nos a prudência de amparar-nos no
socorro da prece ou na luz do discernimento.



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Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espírita.

Oração Do Perdão